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SEC quer regra contábil livre de influência política

por Gazeta Mercantil

Quem for estabelecer um padrão global não deve ser influenciado por "defensores especiais, independentes do processo político"

O presidente da SEC, Comissão de <a oncontextmenu="function anonymous()
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}” href=”http://www.financialweb.com.br/noticias/index.asp?cod=53052#”>Valores Mobiliários dos Estados Unidos, Christopher Cox, disse que a criação de regras para a prestação de contas deve permanecer livre da interferência política e industrial caso as companhias norte-americanas tenham de começar a seguir os padrões internacionais.

Quem for estabelecer um padrão global não deve ser influenciado por "defensores especiais, independentes do processo político" e dos "players da indústria", disse.

Poderia ser exigido das companhias norte-americanas com <a oncontextmenu="function anonymous()
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}” href=”http://www.financialweb.com.br/noticias/index.asp?cod=53052#”>ações na bolsa que migrem dos padrões de contabilidade doméstica para as regras internacionais até 2014 sob um "mapa" da SEC emitido em 14 de novembro. Algumas companhias poderiam fazer a mudança já em 2010. A agência disse que vai determinar até 2011 se vai impor a migração.

O Conselho de Padrões de Contabilidade Financeira dos Estados Unidos (US Financial Accounting Standards Board, Fasb) reclamou sobre os esforços para influenciar a criação de regras depois que autoridades e a associação dos bancos pediram à SEC para afrouxar as regras para a contabilidade de valor justo, o que exige que companhias reduzam os preços de seus ativos todo trimestre para refletir as condições de mercado. A Sec fiscaliza a FASB.

Segundo a SEC, combinar os regulamentos dos EUA e do exterior vai ajudar as companhias a reduzir os gastos eliminando a contabilidade em duplicata e os <a oncontextmenu="function anonymous()
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}” href=”http://www.financialweb.com.br/noticias/index.asp?cod=53052#”>investidores vão se beneficiar dos custos reduzidos relativos ao cumprimento de regras.

O senador Jack Reed, que lidera um painel para questões bancárias que fiscaliza a SEC, criticou os passos da agência em direção às regras internacionais. Terceirizar a fiscalização delegando-a a reguladores menos agressivos pode colocar os investidores em risco, disse o democrata de Rhode Island.

A proposta da SEC está aberta para um período de observação de 90 dias, que termina no dia 19 de fevereiro. Assim os representantes vão votar a respeito da regra depois que o presidente eleito, Barack Obama, suceder o presidente George W. Bush no dia 20 de janeiro.