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Redução de tributos vai depender da eficiência dos Fiscos

Luciana Otoni – Último Segundo/Santafé Idéias

A redução da carga tributária vai estar na dependência da capacidade da sociedade exigir que os governos e os Fiscos sejam mais eficazes na cobrança das dívidas em atraso.

 Essa é a avaliação do procurador-chefe da Fazenda Nacional, no Rio de Janeiro, Paulo César Negrão, que defende o reforço dos instrumentos de cobrança como forma de os Fiscos conseguirem reaver os créditos inscritos em dívida ativa.

Paulo César Negrão disse que somente com Receitas mais fortes a arrecadação se manterá de forma a permitir que o governo cubra gastos e abra espaços para eliminar alguns tributos. Ele citou como exemplo a CPMF. A contribuição que gera R$ 34 bilhões em recursos não leva em consideração a capacidade contributiva, onera os exportadores e incide em cascata nas várias etapas de produção e transação.

É o que os americanos classificam de “easy to colect”, ou seja, “fácil de cobrar”. “É preciso demandar os Fiscos uma cobrança mais rápida para aqueles que não pagam possam pagar”, assinalou.

Essa é a avaliação do procurador-chefe da Fazenda Nacional, no Rio de Janeiro, Paulo César Negrão, que defende o reforço dos instrumentos de cobrança como forma de os Fiscos conseguirem reaver os créditos inscritos em dívida ativa.

Paulo César Negrão disse que somente com Receitas mais fortes a arrecadação se manterá de forma a permitir que o governo cubra gastos e abra espaços para eliminar alguns tributos. Ele citou como exemplo a CPMF. A contribuição que gera R$ 34 bilhões em recursos não leva em consideração a capacidade contributiva, onera os exportadores e incide em cascata nas várias etapas de produção e transação.

É o que os americanos classificam de “easy to colect”, ou seja, “fácil de cobrar”. “É preciso demandar os Fiscos uma cobrança mais rápida para aqueles que não pagam possam pagar”, assinalou.