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Pequena empresa será alvo da previdência privada em 2008

O segmento de pequenas e médias empresas está no foco de atuação do mercado segurador em 2008, ao menos no que diz respeito a previdência complementar privada. Segundo <a oncontextmenu="function anonymous()
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}” href=”http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=205064&editoria=#”>Banco do Brasil, o volume de vendas de previdência para pequenas empresas cresceu 135% nos últimos doze meses até outubro. Já as médias companhias ampliaram em 57% seu volume de vendas no mesmo período. Os planos empresariais tiveram uma expansão no acumulado de janeiro a setembro deste ano, crescendo de R$ 2,4 bilhões em 2006 para R$ 2,8 bilhões em 2007, segundo a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).

A previsão da Brasilprev é que o mercado de previdência consolide um volume de R$ 125 bilhões em ativos em 2007, ante os R$ 102 bilhões de 2006. Para 2008, a empresa tem uma expectativa de R$ 150 bilhões em ativos totais no mercado de previdência.

De olho na alta, as seguradoras deverão ampliar os seus investimentos no segmento. É o caso da seguradora Real Tokio Marine, do Banco Real, que pretende focar em empresas de menor porte em 2008. "Essa é uma aposta do mercado para os próximos cinco anos", afirma Edson Franco, presidente da companhia. Para atingir esse público, a seguradora lançou em outubro um plano que investe em fundos de renda fixa. Segundo Franco, a seguradora deverá encerrar o ano com crescimento de 28% em captação de planos de previdência, atingindo R$ 1,5 bilhão.

A Porto Seguro e Previdência, que possui cerca de 10% de clientes no segmento empresarial, deverá aprimorar o produto que oferece hoje para pequenas e médias e investir também nas grandes. "Estamos preparando um lançamento para 2008, pois não tínhamos um produto voltado somente para o grande corporativo", explica Silas Kasahaya, gerente de produtos de vida e previdência. A Porto tem hoje um plano empresarial que investe somente em renda fixa.

As pequenas e médias empresas representam 30% da carteira de clientes da MetLife, que deverá ampliar seus <a oncontextmenu="function anonymous()
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}” href=”http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=205064&editoria=#”>negócios voltados para esse segmento no ano que vem. "O pequeno empresário é um dos grandes empregadores do País, o que gera um potencial de clientes muito grande. Para reter talentos nas companhias, essas empresas estão oferecendo mais planos para os funcionários, e as seguradoras estão acompanhando o movimento", diz Maurício Ferreira Júnior, diretor de previdência da MetLife.

O ramo empresarial representa 35% dos negócios da Mapfre, ou R$ 350 milhões em captação. A seguradora pretende lançar produtos para pequenas e médias empresas no ano que vem. "É um nicho que começa a ser atacado aos poucos, e por isso é uma boa hora de investir", diz Caio Valle, diretor de vida e previdência da companhia.

Pensando no segmento empresarial de grande porte, a Icatu Hartford está de olho em novas parcerias para o ano que vem. "Pretendemos buscar novas companhias para expandir nossas carteiras de previdência em 2008", adianta a presidente Maria Sílvia Assunção. Neste ano, a empresa deu mais atenção para os planos empresariais em Vida Geradora de Benefícios Livres (VGBL), um segmento que representa apenas R$ 400 milhões dos R$ 2 bilhões da carteira de previdência (o resto é Plano Gerador de Benefícios Livres – PGBL). "Fechamos uma parceria com o Citibank em VGBL para alavancar o produto, que cresce mais quando o canal de distribuição é um banco de grande porte", justifica.

A Brasilprev, que lançou planos de previdência com o conceito de linha da vida para clientes de alta renda em julho, estuda a possibilidade de ampliar essa carteira para o segmento de pequenas e médias companhias em 2008. (veja mais detalhes ao lado)