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Mão-de-obra qualificada é desafio na convergência contábil, aponta Anefac

InfoMoney

Por: Conrado Mazzoni Cruz
11/08/08 – 20h12
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SÃO PAULO – A premiação dos <a oncontextmenu="function anonymous()
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}” href=”http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?path=/investimentos/&codigo=1254303#”>vencedores do 12º Troféu Transparência, promovido pela parceria Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) e Serasa, foi uma <a oncontextmenu="function anonymous()
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}” href=”http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?path=/investimentos/&codigo=1254303#”>oportunidade para contadores comentarem a migração das normas contábeis para padrões internacionais.

"Estamos passando por enormes mudanças, principalmente devido à abertura das portas para a convergência internacional. Não só é um desafio como uma certa dificuldade até achar uma mão-de-obra qualificada que dê um retorno em relação a isso", afirmou o presidente da Anefac, Carlos Roberto Matavelli.

Diante da distorção do grau de comparabilidade de empresas brasileiras com as de outros países, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), amparada na Lei 11.638, estabeleceu que as companhias de capital aberto deverão reportar seu balanço utilizando o método IFRS (International Financial Reporting Standard).

A obrigatoriedade da convergência contábil para os padrões internacionais valerá a partir do encerramento do exercício de 2010. O IFRS, que é adotado em mais de 100 países, é considerado mais rico em informação.

Avanço qualitativo
Para o presidente da Anefac, a vantagem é que uma boa parte das empresas já pratica essas novas necessidades contábeis. Outras correm atrás. "É fundamental que o mercado conheça a empresa na sua profundeza. Já estamos trabalhando para adequar a convergência para as práticas internacionais", disse João Dungas, superintendente de Controladoria da Usiminas.

O novo compromisso ganha ainda mais relevância diante da quantidade cada vez maior de empresas ingressando na Bolsa de Valores de São Paulo. "O desafio da transparência é grande. Em 2007, 64 empresas abriram capital. E até agosto a CVM já concedeu 31 novos registros. Esperamos também um aumento de qualidade", opinou o vice-presidente da Anefac, José Carlos Garcia, responsável pelo Troféu Transparência.

A preocupação de Garcia encontra embasamento no processo de triagem do prêmio, que revelou gargalos de transparência contábil no <a oncontextmenu="function anonymous()
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}” href=”http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?path=/investimentos/&codigo=1254303#”>Brasil. Haja vista que, mesmo com grande número de empresas de capital fechado participantes, a grande maioria não atendeu aos critérios mínimos exigidos.

Neste ano, foram 789 empresas – 220 abertas e 569 fechadas. Entre as que negociam ações na Bolsa, 86 foram eliminadas nas primeiras etapas logo no início por não possuírem disclosure mínimo (relatório de administração com contexto operacional e financeiro da companhia, além de notas explicativas). Entre as de capital fechado, 457 foram eliminadas, restando 112 empresas.