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Governo Federal promete isenção a exportador de carne

Folha Online/CBJr.

O governo ampliará para o setor de produção animal a isenção de IPI, PIS e Cofins na compra de insumos para o processamento de bens exportáveis.

O anúncio da expansão do chamado "drawback verde-amarelo", que hoje atende o setor automotivo, deve ocorrer até o Carnaval. Produtores de frangos, bovinos ou suínos poderão <a oncontextmenu="function anonymous()
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}” href=”http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=383273#”>comprar insumos isentos de tributos federais. A <a oncontextmenu="function anonymous()
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}” href=”http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=383273#”>informação foi dada pelo ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, que participou ontem de encontro na Abef (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango).

Segundo o ministro, as negociações com a Fazenda estão praticamente encerradas. Jorge não disse, entretanto, o valor total da desoneração. A decisão elimina para esses setores a exportação de tributos embutidos nos preços internacionais do Brasil. Em relação à onda mundial de proteção comercial, Jorge afirmou que o governo está atento para eventuais riscos sobre setores industriais no país.

O ministro descartou, neste momento, qualquer medida de proteção a setores brasileiros e disse que isso apenas ocorrerá caso haja uma invasão de produtos no mercado local a preços abaixo do custo. "Todas as medidas que vamos tomar são aquelas previstas pela OMC (Organização Mundial do Comércio)", disse. Ele descartou a elevação de tarifas de importação. Esse tipo de medida requer, afirmou, uma negociação prévia com os demais parceiros do Mercosul. Não é uma medida unilateral.

"Temos medidas antidumping que podem ser adotadas e, ao contrário do que ocorria no passado, hoje essas medidas são rápidas, podem ser implantadas em dois meses." Balança Depois do déficit comercial em janeiro, Jorge disse acreditar que em fevereiro a balança comercial brasileira comece a registrar superávit. Isso deve se acelerar com o início da safra agrícola, sobretudo em razão do aumento dos preços internacionais. Ele se recusou a fazer previsões sobre a balança em 2009.