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Empresas não estão preparadas para NF-e, diz Mastersaf

Gazeta Mercantil

SÃO PAULO, 1 de setembro de 2008 – As empresas dos setores que, a partir de 1º de dezembro, serão obrigadas a emitir Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) ainda não estão preparadas para as mudanças necessárias. A demanda das empresas atrás de informações é muito grande, diz Claudio Coli, diretor de operações da Mastersaf, empresa de soluções fiscais, que auxilia as empresas a se adequarem as novas regras de fiscalização.

A aplicação se estede às empresas de todos os estados do País, já que se trata de um acordo do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Os setores obrigados a emitir a nota em formato eletrônico são: fabricantes de automóveis, caminhonetes, caminhões, ônibus e motocicletas, produtoras de cimento, fabricantes, distribuidores e comerciantes atacadistas e medicamentos, frigoríficos e atacadistas de carnes frescas, refrigeradas ou congeladas, produtoras de bebidas alcoólicas e refrigerantes e fabricantes de laminados, relaminados, trefilados e perfilados de aço.

Coli conta que alguns setores estão mais adiantados para a mudança, como é o caso do segmento de <a oncontextmenu="function anonymous()
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O setor de <a oncontextmenu="function anonymous()
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}” href=”http://www.gazetamercantil.com.br/integraNoticia.aspx?Param=3,3,%20,2041012,UIOU#”>combustíveis e cigarros, que já é obrigado a emitir a nota eletrônica, ainda precisa de ajustes nos processoas de emissão. O fisco também precisa se adaptar. De acordo com Coli, a automação tributária é um processo em evolução. O fisco está fazendo uma mudança gradual.

O diretor diz que apesar das mudanças, a Nota Fiscal Eletrônica traz mais segurança para a empresa, minimiza as fraudes, evita erros de digitação nas notas e permite um relacionamento on-line com o fornecedor. Também reduz custos com a utilização de papel. O aumento de informações também é significativo. A nota normal tem 80 campos de preencimento. Na eletrônica, são 400 informações. (Sérgio Toledo – InvestNews)