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Comprar com nota ou apelar para o mercado informal?

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Apesar da tentadora vantagem, pode acabar sendo um péssimo negócio comprar um aparelho de marca duvidosa em um camelô ou lojinha pequena, sem nota ou garantia

Da Redação

Quando falamos de Brasil, não tem como negar: a carga tributária que incide sobre produtos eletrônicos importados é violenta. Mesmo os aparelhos montados no Brasil acabam custando muito mais caro do que custariam no exterior. O Link visitou diversas lojas, da Santa Ifigênia aos shoppings, para tirar a prova: será que a economia do mercado paralelo compensa? A resposta é não. Mesmo saindo por uma fração do preço do produto legalizado, os tocadores de DVD de baixo custo podem dar uma tremenda dor de cabeça. A garantia oferecida nesse tipo de produto não passa de 90 dias, e ainda assim, não existe nenhum documento legal que obrigue o vendedor a trocar o aparelho que der defeito nesse período. A qualidade dos materiais utilizados na fabricação do tocador de DVD também é um ponto importante. Aparelhos mais baratos, que saem por volta de R$ 300, são feitos de um plástico ruim, que é muito mais quebradiço que o normalmente utilizado. O movimento de abrir e fechar a tela do aparelho acaba com esse plástico em poucos meses. Fora que a construção dos aparelhos mais baratos é muito precária, com peças que se soltam facilmente, tintas metálicas que descascam por qualquer motivo e leitores ópticos frágeis. Fique com os aparelhos legais, que oferecem 1 ano de garantia e melhores materiais