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Cássio e prefeitos querem R$ 1,6 bi em obras do PAC para a Paraíba

O Norte

O volume de recursos solicitados pela Paraíba, incluindo os projetos do Governo do Estado e os encaminhados pelas três prefeituras, é na ordem de R$ 1,6 bilhão. A ministra Dilma Rousseff terminou não participando da audiência na Casa Civil da Presidência da República com o governador Cássio Cunha Lima e vários prefeitos paraibanos na noite desta quinta-feira, dia 24, como previsto, por ter sido convocada para uma reunião de emergência pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O governador Cássio Cunha Lima e os prefeitos Ricardo Coutinho (João Pessoa), Marcus Odilon (Santa Rita) e Veneziano Vital do Rêgo (Campina Grande) foram recebidos, no início da noite desta quinta-feira, dia 24, na Casa Civil da Presidência da República, em Brasília, por assessores diretos da ministra Dilma Rousseff.

A subchefe de Articulação e Monitoramento da Casa Civil, Mirian Belchior, e o subchefe de Assuntos Federativos Adjunto, Alexandre Rocha Santos Padilha, da Secretaria de Relações Institucionais, despacharam com o governador, os prefeitos e secretários que os acompanharam. A reunião durou pouco mais de uma hora. Cássio e os prefeitos de três das maiores cidades paraibanas reivindicaram a ampliação de recursos previstos no PAC para a Paraíba. Ficou acordado que a Casa Civil elencará as prioridades e apresentará uma definição até meados de junho sobre a inclusão no programa.

Os dois assessores da ministra abriram perspectiva para que vários projetos executivos de infra-estrutura do Estado e das três cidades sejam levados em consideração pela equipe técnica do governo federal principalmente no que diz respeito ao que já foi proposto no Ministério das Cidades.

O governador apresentou na reunião a relação de obras na área de saneamento básico, na ordem de R$ 400 milhões. Os prefeitos Ricardo Coutinho, Marcus Odilon e Veneziano também destacaram projetos na mesma área, em torno de R$ 300 milhões. O governador argumentou que a filosofia de combate às desigualdades regionais que o PAC procura assumir precisaria levar em conta que a Paraíba, como um dos estados mais carentes de investimentos públicos da União na área de infra-estrutura, não tem condições de ser contemplado com apenas pouco mais de R$ 200 milhões.